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Destaques no PÚBLICO de hoje

O Público é o jornal diário mais credível de Portugal e um dos mais importantes da Europa. Fundado em 1990 por uma equipa de prestigiados pornalistas, afirmou-se ao longo dos tempos como uma referência essencial da Imprensa portuguesa.

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  1. Não se sabe o número verdadeiro de vítimas, nem quem foram os autores do ataque.
  2. Acções de sabotagem e ataques dentro de zonas ocupadas pela Rússia estão mais visíveis. Duas explosões na Crimeia mostraram alcance das forças ucranianas.
  3. Índia, Bielorrússia e Mongólia também vão participar em exercícios que, segundo Pequim, “não estão relacionados com a actual situação internacional e regional”.
  4. Chanceler alemão foi criticado por não ter reagido ao uso da palavra numa conferência de imprensa com o presidente da Autoridade Palestiniana.
  5. Advogada da filha do ex-Presidente angolano questiona competência da “jurisdição penal” espanhola “para deliberar sobre este assunto”.
  6. Em Janeiro de 2021, dez congressistas do Partido Republicano votaram a favor do segundo impeachment de Donald Trump. Quatro renunciaram à recandidatura e outros quatro foram derrotados nas primárias deste ano por aliados do ex-Presidente dos EUA. Só dois — um deles, um luso-descendente da Califórnia — vão disputar as eleições gerais.
  7. Bombardeamentos que terão atingido posições de soldados leais ao regime de Assad serão retaliação contra ataque de combatentes curdos que matou um militar turco.
  8. Líder do Governo do MPLA entre 1992 e 1996, diz que as eleições do dia 24 são um “um momento para mudar de vida”.
  9. O caso de Salma al-Shehab é visto como sinal de uma escalada na repressão aos dissidentes e prova que, apesar das reformas dos últimos anos, a situação das mulheres só piora no regime liderado por MBS.
  10. Em entrevista ao The Guardian, Mykhailo Podolyak, um dos principais conselheiros do Presidente Volodymyr Zelensky, avança que poderão existir mais ataques semelhantes aos que aconteceram esta terça-feira na Crimeia nos “próximos dois ou três meses”.